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quinta-feira, 14 de março de 2013

Custo da cesta básica subiu 3,5% em fevereiro, diz Imesc


A cesta básica em São Luís custou R$ 242,73 em fevereiro deste ano, divulgou nesta terça-feira (12) o Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc). O valor representou um aumento de R$ 8,32, ou seja, uma variação de 3,5%, em comparação a janeiro, que custou R$ 234,41.

Entre os 12 produtos que compõem a cesta básica, sete itens contribuíram para o aumento de 3,5% mês passado: o tomate (21,1%), a farinha (13,7%), a banana (8,6%), o café (1,5%), o leite (1,2%), a manteiga (1,1%) e o arroz (0,2%). Em compensação, cinco itens sofreram redução: o pão (-6,5%), o açúcar (-1,3%), o óleo (-0,9%), a carne (-0,8%) e o feijão (-0,3%). Comparando com janeiro do ano anterior, nenhum item sofreu redução.

Comparando com fevereiro do ano anterior, nenhum item sofreu redução. O aumento dos produtos ficou da seguinte forma: a farinha (122,5%), o tomate (60,6%), o arroz (40,5%), a banana (26,4%), o feijão (23,1%), o óleo (15,7%), o café (13,5%), o leite (12,1%) a manteiga (8,0%), o pão (9,3%), a carne (5,4%) e o açúcar (1,2%). Assim, a variação anual ficou em 23,7%.

De acordo com o Imesc, para adquirir os produtos que compõem a cesta, o trabalhador que ganha um salário mínimo, precisou comprometer 35,8% da sua renda no mês de fevereiro deste ano.

Ou seja, tomando como base uma jornada de trabalho de 220 horas, o trabalhador precisou laborar 78 horas e 45 minutos para obter um montante equivalente ao valor da cesta. Deste modo, apenas 64,2% do salário estaria disponível para outras despesas como: habitação, vestuário, transporte, higiene, lazer, entre outras.

O cálculo é feito com base no Decreto Lei 399 de 30 de abril de 1938 que fundamenta o salário mínimo e que estabelece os produtos, assim como suas respectivas quantidades que equivalem a Ração Essencial Mínima capaz de alimentar um trabalhador em idade.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Valor da cesta básica em São Luís apresenta variação de 0,6% em junho

O valor da cesta básica em São Luís no mês de junho foi de R$ 190,72, o que representou um acréscimo de R$ 1,12 em comparação a maio, ou seja, variação de 0,6%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (13) Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplan).

O presidente do Imesc, Fernando Barreto, relatou que entre os 12 produtos que compõem a cesta básica, seis apresentaram aumento em seus preços médios, com destaque para o café (20,6%), feijão (8,4%) e manteiga (8,4%). “Seis itens sofreram redução, a banana (-6,0%), o óleo (-4,7%), o açúcar (-3,2%), o pão (-2,2%), a farinha (-2,0%) e o leite (-1,8%)”, complementou.

A pesquisa do Imesc aponta ainda que para adquirir os produtos que compõem a cesta, o trabalhador que ganha um salário mínimo compromete 35,% da sua renda. E tomando por base uma jornada de trabalho de 220 horas, o trabalhador precisa laborar 76 horas e 59 minutos para obtê-la.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Imesc divulga valor da cesta de maio

O valor da cesta básica no mês de maio deste ano, em São Luís, atingiu o valor de R$ 189,60 segundo pesquisa do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), órgão da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplan).  Comparado ao mês de abril de 2001, o preço da cesta teve um acréscimo de 1,8%, o que equivale a R$ 3,30.

O presidente do Imesc, Fernando Barreto, contabiliza que entre os 12 produtos que compõem a cesta, oito tiveram aumento em seus preços médios com destaque para o tomate (8,0%), farinha (7,0%), banana (4,9%), manteiga (3,1%) e o pão, com 1,8%. “Quatro produtos sofreram redução: o feijão com -4,2%, o açúcar, com -2,3%; o óleo, com -2,2% e a carne com -1,8%”, complementa.

Comparado com valores de cestas básicas em que o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) calcula o seu valor, São Luís apresentou a mesma tendência de outras capitais que apresentaram acréscimos em seus preços médios: Recife (2,79%), Fortaleza (2,54%), Rio de Janeiro (1,90%), Vitória (1,75%), São Paulo (1,66%), Goiânia (1,35%) e Florianópolis (1,02%).      

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Valor da cesta básica tem acréscimo de 1,2% em São Luís


O valor da cesta básica no mês de março em São Luís atingiu o valor de R$ 194,29. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), órgão que faz parte da estrutura da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplan), o valor da cesta, se comparado ao mês de fevereiro, apresentou um acréscimo de 1,2%, ou seja, de R$ 2,28.

Segundo análises do presidente do Imesc, Fernando Barreto, entre os 12 produtos que compõem a cesta básica, sete apresentaram elevação em seus preços, o tomate com 13,8%, o pão 6,3%, café 3,0%, açúcar 2,7%, farinha 2,2%, carne 0.8%, manteiga 0,7%, sendo que o tomate continuou com a mesma tendência dos últimos seis meses, a de acréscimo. “Apresentaram redução expressiva a banana (-13,7%), o feijão (-8,9%) e leite (-3,4%), merecendo destaque o feijão que vem sofrendo queda nos preços desde o mês de dezembro do ano passado”, afirmou.

Barreto disse ainda que o trabalhador que ganha até um salário mínimo por mês compromete 35,7% do seu salário para adquirir os produtos da cesta básica restando 64,3% para outras despesas como habitação, vestuário, transporte, higiene e lazer.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Valor da cesta básica subiu em fevereiro em São Luís

O valor da Cesta Básica voltou a subir em fevereiro deste ano, em São Luís. Segundo cálculos do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), órgão da estrutura da Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplan), a cesta atingiu o valor de R$ 192,01.  Comparando com o mês anterior (jan de 2011), a Cesta Básica apresentou um acréscimo de R$3,12, ou seja, uma variação de 1,6%.

O presidente do Imesc, Fernando Barreto, revelou que entre os doze produtos que compõem a cesta, oito apresentaram acréscimos em seus preços médios: banana (8,4%), tomate (5,6%), farinha (5,3%), óleo (5,1%), carne (2,8%), leite (1,7%), café (1,5%) e açúcar (1,2%), sendo que a banana, o tomate, o óleo, o leite e o açúcar continuam com a tendência de aumento.



Comparativo


Já nas 17 capitais em que o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) calcula mensalmente a Cesta Básica, o valor auferido para o mês de fevereiro de 2011 foi de São Paulo (R$261,18), Porto Alegre (R$256,51), Manaus (R$252,75), Brasília (R$250,48), Rio de Janeiro (R$249,02), Belo Horizonte (R$246,63), Vitória (R$246,31), Curitiba (R$245,15), Goiânia (R$241,53), Florianópolis (R$241,47), Belém (R$228,94), Natal (R$221,15), Fortaleza (R$213,75), Recife (R$211,40), Salvador (R$210,44), João Pessoa (R$203,26) e Aracaju (R$190,66).

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Imesc divulga valor da cesta básica em São Luís


O preço da cesta básica em São Luís, no mês de janeiro, apresentou a mesma tendência de acréscimo registrada em 14 das 17 capitais brasileiras em que o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza a pesquisa.


De acordo com dados do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplan), o valor da cesta deste mês foi de R$ 188,89 – valor superior em R$ 2,62 em relação ao mês de dezembro de 2010.



Segundo o presidente do Imesc, Fernando Barreto, dos 12 produtos que compõem a cesta, seis sofreram acréscimos em seus preços médios, o tomate (30,5%), óleo (5,9%), leite (3,8%), açúcar (2,7%), arroz (1,7%) e banana (1,6%). “Três produtos apresentaram redução. O café, com -24,3%; o feijão, com -9,5% e a carne com -5,8%”, contabilizou.  



Para adquirir os produtos que compõem a cesta, o trabalhador que ganha até um salário mínimo comprometeu 37,0% de sua renda e tomando por base uma jornada de trabalho de 220 horas mensal, ele necessitou trabalhar 81 horas e 29 minutos para obter esses produtos. Portanto, afirmou o presidente do Imesc, “sobram apenas 63,0% do seu salário para outras despesas como habitação, vestuário, transporte e lazer”.